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Twitteira
Caramba, me rendi a mais uma. Desde ontem, sou, além de blogueira e orkuteira (viciada, confesso), twitteira também. Comecei a ficar curiosa sobre essa viciante novidade no mês passado, durante um congresso de comunicação corporativa, em Sampa, onde não se falou de outra coisa a não ser o poder das mídias sociais. O Twitter era a bola da vez, só se falava nele. Meu santo para causas internéticas, de hardware e software, que todo mundo conhece, o Joseph, tinha sido o primeiro de nós a aderir. Ricardo Augusto também viciou nesse negócio (no bom sentido), e passou a twittar de manhã, de tarde e à noite também (tá, tô exagerando, vai...). Tava ele me explicando um dia que se tivesse um celular não sei que jeito poderia twittar ali mesmo, da pizzaria onde a gente tava e contar pra todo mundo o que estávamos fazendo (opa! aí o negócio começa a ficar indiscreto...rs). Não aguentando de curiosidade pra ver o que esse Twitter tinha de tão bom, pedi ajuda à Angela pra ver "o que é que o Twitter tem". Não deu outra. Já tô com 8 seguidores!!! rsrsrs.
Será que vou me render aos encantos do Twitter? Se for igual ao meu blog, será uma relação inconstante...
Escrito por Eloisa Morales às 01h32
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Quem não tem competência que não se estabeleça
Educação, cortesia e bom atendimento são artigos raros em alguns estabelecimentos comerciais em Araçatuba. Não vou generalizar, pois não quero ser injusta (a maioria dos estabelecimentos que frequento são excelentes nesses três quesitos). Mas duas situações recentes - uma delas ontem à noite - me fizeram decidir pôr aqui esse post. Para não difamar ninguém, opto por não divulgar os nomes. Mas algumas pessoas que estavam comigo ou para quem contei essas histórias, saberão de quem falo. Em março, ganhei de uma amiga um vale-livro. Muito feliz, fui à livraria em questão procurar um livro que há muito quero ler. Não tinha. Até aí, tudo bem. As mocinhas, muito solícitas, se prontificaram a encomendar o tal livro na editora. Para minha surpresa, elas sequer conheciam a obra e autora. Esperei. Uma semana, duas, nada. Passei na livraria para saber. Nem sinal. E pior: nem notícia de quando o livro poderia chegar. Esperei mais um tempo: nada. Desisti daquele livro e voltei à livraria novamente, desta vez para procurar outro título. Ao ouvir o nome do livro procurado, uma delas fez cara de já ter ouvido aquele nome em algum lugar. E pediu à amiga que procurasse na prateleira dos autores nacionais (tudo bem que o autor é colombiano, isso é só um detalhe). Novamente, não tinham o que eu procurava. E novamente, se prontificaram a encomendá-lo. Até hoje, nenhuma ligação. E lá se vão três semanas!
A segunda história é ainda pior. Ontem à noite, ao sair da Expô, onde tínhamos acabado de assistir ao show do Capital Inicial (ótimo show, por sinal) fomos eu, Ricardo, o Lu e o Lucas procurar um lugar para comer. Antes de fazer os pedidos, pedimos à moça que nos atendeu para desligar o ar condicionado que, direcionado bem para nossa mesa, gelava até a alma. No clima de ontem vamos combinar: ar condicionado era totalmente dispensável. Três horas da manhã, muito menos. Foi uma novela! Tivemos que pedir várias vezes até que alguém se dignasse a evitar que a gente morresse de frio. Depois, foi a vez de descobrir que os pratos pedidos vieram errados para a mesa. Reclamamos mais uma vez e o atendente que trocou nossos pedidos só faltou jogar os pratos - dessa vez com os pedidos certos - nas nossas cabeças. Só de lambuja: meu suco estava horrível! É 'pra acabar'!
Como já disse, não vou mencionar os ditos estabelecimentos onde essas coisas aconteceram. Mas, sinceramente, vou pensar duas vezes antes de entrar neles novamente. E assim como eu, com certeza muita gente já recebeu esses atendimentos "de primeira". Quem não tem competência (e boa vontade) que não se estabeleça!
Escrito por Eloisa Morales às 12h57
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